quarta-feira, julho 28, 2010

Alma de Poeta

Tal qual gato e rat(a) naquele ora te apanho e te faço prisioneira (com as pernas, braços,... que de um homem grande como Ele premeiam pela eficiência), ora deixa-me respirar (sim, porque a temperatura registada faz-me crer que todo o corpo, incluindo pés, joelhos, braços, sufoca!), não é que a poesia nos vibrou nas veias e:
Eu: Ai Amor. Ai calor.
Ele: Tá abrasador.
(De génios!)
Se ninguém descobre o Sócrates, o melhor é não marginalizar um possível rendimento extra... Ou a poesia também não é lucrativa?!

No round que se seguiu ficou a promessa de AC no quarto ainda esta semana.
Mas como se requer sempre uma mulher prevenida... Plano B: camping na sala.

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