quinta-feira, outubro 28, 2010

Mumu... Memé... Quaquá... Cocorococó...

Apesar do meu estado gestativo, a verdade é que a maternidade ainda por aqui não apareceu. Mas, por cá, pensa-se ser normal que uma criança de 3 mesees de idade chore. Até porque não fala. Até porque se quer que possa reclamar quando for assim... indispensável.


E que há gente louca também sabemos. E muito louca também. E que USA é o país onde tudo pode acontecer.


Mas vejam isto: Alexandra Tobias (e tenho a ínfima esperança que não lhe corra sangue tuga nas veias) matou o seu filho ao abanão (safanão), porque o seu choro lhe stressava enquanto a pobre coitada pretendia mungir umas das suas vaquinhas virtuais!!!


Não sei qual a importância das vacas em Jacksonville, Florida, mas mesmo que divinas tal qual na idílica Índia, um filho também deve ter o seu quê de espiritual. Digo eu. Além de que umas vaquinhas ou uns moranguinhos no Farmville, daquelas coisas juridicamente não corpóreas, partilham pouco da espiritualidade - e isto ainda que já se possam fazer consultas espíritas virtuais, graças à tão abençoada internet.


Mas e a intranet? E as relações internas humanas? O núcleo humano? Que interessa isso? A Xaninha bem sabe que um cigarrinho apressado e o seu emprego hiper super bem remunerado de realização de tarefas rurais (pelo pc) são bem mais importantes que coisa pouca como um filho. Então, é claro que uns abanõezinhos violentos ao ponto de o matar, estão mais que justificados. Há a esperança remota que impere uma qualquer causa de justificação do facto, que pelo menos a imponente importância das vacas ou dos morangos seja reconhecida a esse ponto. E que, se não excluir a ilicitude, pelo menos que diminua a pena e, da prisão perpétua se cumpram apenas uns 25 aninhos. E assim, a Xaninha, aos 47, ainda pode embalar mais umas criancinhas.


Aihh, WTF?!

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