
MAIS... e finalmente conseguir um (emprestado por uns dias) e pular de alegria (e de alívio, verdade seja dita) e afinal ele ser um TRETAS. Mas à séria. PINTOR da construção civil não, seguramente! Afinal de contas que pintor falha os cálculos da quantidade de tinta assim em mais do triplo? Se são necessários 2,5l, que pintor pede 10? Se são necessários 8l, que pintor pede 20l? (Já agora tenho para venda/troca/oferta imensa tinta rosa doce e outra tanta beige e ainda alguma azul.)? Que pintor pinta sempre para o mesmo lado? Que pintor não sabe distinguir tinta de primário/isolante quando a lata está enormemente identificada (e acaba por dar 3 demãos de isolante porque lhe parece que a tinta não está assim tão bem)? E muito mais por apontar... Pintor? Lá isso ele é, mas de historinhas. Conta historinhas tão pintadinhas que parecem contos para parvinhos. Coitado do senhor cuja consciência não abona.
Enfim... não fosse a iminência da chegada da Carlotinha e tinha ido passear ao fim de poucas horas. Assim, aguentei uns dias. Mas depois entornou e disse algumas (poucas) coisas que me apeteceram. É que no tipo o profissionalismo figiu todo para a arrogância. E ele indignou-se. E revoltou-se. E praguejava como só ele e anunciava nunca ter conhecido uma mulher como eu: atenta, precisa, com elevado sentido de qualidade e exigente a esse nível. É que ontem ele deu o trabalho por concluído e se está feito (diz ele), não está certamente perfeito!
E hoje eu e o Sr. António (me valha) andámos de pé no escadote e pincel na mão. Mas foi sempre um dia melhor porque ele já não veio. E agora sim, está tudo pintado.
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