Hoje comemora-se o Dia Nacional dos Avós e sinto-me breve e ligeiramente traída. No meu tempo de neta nunca vivi este dia. E tinha uma avó especial e que muito o merecia. Também tinha outros que o mereciam, mas uma era mais especial. Já lá vão tantos anos que contabilizo que só estiveste presente em metade da minha vida actual. E era tão bom ainda ter-te. E hoje terias ainda uma extensão de mim. E seria o primeiro ano em que terias uma neta com o teu nome. Uma (bis)neta como se o fosse a duplicar. E, preplexamente, sinto saudades disso não vivido.
Hoje a mãe é avó, o seu primeiro ano nessa condição, e então o dia é dela e da Vi. E da outra avó que a Vi tem. E por isso foi Dia em grande, da Vi e das Avós*, todo o dia, sem mais. Em mimo, sem mais.
*Porque os avôs são homens e os homens são diferentes. Se bem que o Papi fez questão de visitar a neta e veio de sacolas e tudo! (Love U)
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terça-feira, julho 26, 2011
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