quarta-feira, agosto 10, 2011

O rabinho quer-se limpinho e as dúvidas são de evitar

Nunca toquei no assunto do novo design da Renova e no seu papelinho higiénico de todas as cores e mais algumas. Mas há muito que não me é indiferente. Hoje, no DN Economia, vem Ana Salazar aplaudir essa renovação/inovação da marca, destacando locais como as galerias Lafayette, o Louvre, ou o Aeroporto de Lisboa enquanto adeptos entusiastas do seu papel. Também o El Mundo já o destacou com o prémio de "melhor papel higiénico do mundo".
E eu até me deliciei a ver o Imagens de marca dedicado à Renova. Em particular quando exibida uma sala com as quatros paredes forradas a estante de alto a baixo e repletas de um verdadeiro arco-íris em papel higiénico. E depois é possível brincar com as cores e fazer coisas mesmos giras!
Mas digo-vos, senhores, protagonizando maior destaque o papelito preto, não tenho qualquer pretensão em poder dizer-vos que o uso habitualmente. Nunca usei. Não me apetece usar. Adoro a ideia de brincar com as cores. Até gosto de olhar para ele exposto. E digo que a embalagem também é o máximo. Mas limpar o rabo a algo tão negro?! Dispenso. É que eu sou daquelas que só deixa de passar papel no rabito quando, após usá-lo, ele me surge à vista imaculadamente branco. Eu não sou pitosga mas ainda assim não procuro mais complicações para a minha vidinha.
Ainda que lá em casa as refeições sejam sempre com guardanapos de pano, somos adeptos aos de papel da renova (para algo que seja necessário. Mais não seja para assoar o nariz em caso de necessidade). Mas papel higiénico? Estou bem contente com o do Lidl de 4 folhas, fofinho e branquinho que só ele, e que me limpa e mima o rabo todos os dias!

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