Aqui há dias comprámos todo um look para a nossa piquena. Aproveitámos uma promoção «leve 3 pague 2», sendo oferecida a peça de valor inferior. Saia, camisa e casaco - a camisa oferecida.
Chegámos a casa, cortei as etiquetas e lavei. Após a lavagem eis que vejo um defeito no casaco: uma manga uns 3cm mais comprida que a outra. Ora isto num braço de 7 meses é imenso!
Pensei que era um risco usar o casaquinho. A criança ainda poderia desenvolver um qualquer comportamento sintomático e ficar com um braço mais comprido que o outro. Ou assim aparentar. Como não se quer, logo refilei e anunciei que iria trocar. O cepticismo do marido e da mãe quase me detiveram, pois afinal ninguém trocaria uma peça com etiquetas trocadas e já lavada (ainda mesmo que não usada). Pois que assim fosse e desenvolveria toda uma tese num encarnadinho livro de reclamações. Afinal não era um capricho, ou erro de tamanho. Era defeito de fabrico que deveria ser responsabilizado pelo fabricante.
Hoje, lá fui eu. Casaquinho e talão no saquinho original. A troca foi imediata. Mesmo sem olhar ao talão ou ao corte da etiqueta. Afinal não se justifica tanto cepticismo.
E amanhã a nossa Carlota lá vai desfilar com a sua nova toilette Neck & Neck.
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sexta-feira, novembro 18, 2011
Crise não impede valores (ou todos)
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