Se no ano passado a abertura de concurso para a carreira de auditor de justiça tardou, este ano o CEJ não vai sequer abrir concurso!
Fizeram-se concursos extraordinários para colmatar lacunas de deficit de magistrados, para que, com os concursos ordinários se resolvessem pelos menos parte do problema. E agora nicles! Batatoides! Nada de concurso! Assim, sem mais. Sem mais explicações sérias, sem mais medidas para a esperada reforma judicial, sem mais cuidado com aqueles que (embora já habituados) pretendem dedicar a sua vida à Justiça e, quem sabe, oferecer o seu contributo para que se a faça melhor: melhor Justiça. Nada! E no passado concurso foi reduzir o tempo de realização dos testes assim, também sem aviso prévio, e sem acompanhada da redução do conteúdo. E agora esta é a surpresa de 2011, mas sem defraudar as expectativas de uma qualquer surpresa desagradável, desrespeitosa e surreal. É que depois há o recurso a substitutos de magistrados. Mas isto porque estes estão em excesso, claro!
E os aspirantes a magistrados só não ficam incrédulos porque já aprenderam que tudo é possível nesta actual epopeia judicial.
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