Viver de perto o parto da cunhada C foi assustador. Bem sei (ou espero) que comigo vai ser diferente. Acredito que as maternidades do Estado estão super-bem-equipadas, mas não acredito menos que o acompanhamento pelo nosso médico no conforto e atenção de um privado muda tudo. Mais a mais os tostões contam (e muito!). Depois de lhe marcarem presença na maternidade ontem às 8h (em jejum), iniciaram a indução já depois das 9h. Às 21h trataram de lhe rebentarem as águas. Pois bem, às 2h da madrugada seguinte contava com 2 dedos de dilatação e 5h depois só mais um dedo. Ainda assim, esperaram até depois das 15h de hoje para se decidirem por cesariana! Mais de 30h depois! A mim parece-me inadmissível. Até parece mentira! Bem ao propósito do dia de hoje. A dias de viver a experiência do primeiro parto, esta história assusta-me. Mas do mesmo modo, por tão incrédula que é, também me afasta do susto por crer com convicção que comigo e com a Carlota não se passará o mesmo.
Quanto à sobrinha M, ela é branquinha, limpinha, sem rugas e peles por encher. Depois de horas a fio de stress, ganhámos uma menininha linda, redondinha, de caracolinhos escuros. A mim, parece-me que sai ao tio. E pode ser que nem a Carlota saia tanto ao pai!
* E que parvoíce é esta de só se cumprirem os parágrafos quando o texto é apresentado assim, alinhado ao centro?!
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