sexta-feira, abril 29, 2011

OH DOGOD

A Pipinha tem um cão. Ou melhor, uma cadela. Ganhou por nome o mesmo de uma outra que eu tivera noutros tempos e que a tia teima em dizer que era da avó. A verdade é que a dita era irritante como tudo e passava toda a noite a gemer. Ou a ultrapassar todos os obstáculos até alcançar alguma das portas dos nossos quartos para poder arranhar. Ninguém dormia e todos se recusavam a deixá-la entrar nos quartos. «Que nojo», era o mote! A avó, que vivia ao meu lado, foi a sua salvação e todas as noites levava o raio da cadela para passar a noite na sua casa. E quando a avó nos deixou, parte da bicha morreu também. Talvez daí a tia diga que a cadela era da avó, mas daí até ser...
E com esta confirmou-se que não acho piada a cães pequenos. E aumentou o meu gosto pelos grandes.
Ora, cá por casa, o marido quer um cão. Volta e meia e vem com essa história. Quanto a mim, não me apetece nada mesmo nada ter horários para passear o animal, e muito menos andar sempre a limpar cocós e xixis pelo pátio e ainda assim este estar sempre sujo. É que o facto de o marido trabalhar 12h/14h/16h diárias não me deixa iludir e sei que sobraria para mim.
Penso que fazer-me-ia mudar de ideias (ou pelo menos repensar o assunto) se o eleito fosse um doberman. Tenho saudades de ter um bicho desses. Mas o marido tem medo e gosta de exemplares piquênos. E a scotish da Pipinha veio lembrar-lhe isso.
Assim sendo, ficará em avaliação até outras núpcias*.

* Até porque agora já ando doida com a CV e as suas cólicas.

1 comentário:

  1. :) Eu também não acho muita piada a cães pequenos :) Mas realmente agora com a CV é complicado. beijo

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