Já com os rapazes a história foi outra. Os rapazes de sempre continuam amigos para sempre. Casei, tenho uma filha e a relação muda obrigatoriamente (e isso dá assunto para outro post). Com alguns amigos falo, mas não vejo há tempos. Outros são amigos comuns e vou vendo. Outros nem falo há imenso tempo, mas sei que se falar será como se não o fizessemos desde ontem, apenas. São amigos. Estão lá e lá continuam, alguns há 19 anos, outro há 9, outro há 7, outros há 6. São uns queridos, e de um qualquer modo, serão sempre um pouco meus. Sempre. Bem sei.
E depois há uma amiga diferente, que não é a melhor amiga porque eu não acredito no estereotipo, mas que na verdade está cá nesta minha vidinha há 16 anos. A amiga R, que tem cá estado frequentemente, com quem já vivi algumas coisas engraçadas e atípicas. Com quem nunca chorei, mas já ri muito. E já a vi chorar. Já abracei e já ralhei. Já ouvi e já me fiz ouvir. Com quem já dancei, cantei e representei. Com quem já vendi e já comprei. Com quem já fui intelectual e radical. Com quem já soprei muitas velas. E hoje é a vez dela. Parabéns, minha querida amiga!




