segunda-feira, janeiro 09, 2012

Hoje foi dia de consulta na pediatra.
Carlotinha linda, crescida, com os seus 9,600kg e 73cm no seu percentil 90 e saudável (como sempre, graças a Deus).
Faladora (já diz imensas coisas), graciosa (com as palminhas, adeuzinho, a imitar a avó, e outras mais) e equilibrista (adora meter-se em pé e lá ficar). Refilona que só ela e risonha que se desmancha.
Mas giro, giro, foi saber que inicia-se a fase da libertinagem: toca a começar a experimentar comer quase tudo. Venham daí as provas de sabores e texturas e vê-la fazer as maiores caras todos os dias.
E amanhã, amanhã deve mudar de aposentos. Daqui a menos de nada faz um aninho. Está uma crescida.

sábado, janeiro 07, 2012

A Vitó cumpre 9 meses! Nove!


Está uma crescida, a minha menina.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

La Redoute e Naturismo

Pois na próxima colecção Primavera-Verão, quem não comprar La Redoute terá sempre a bela oportunidade de aderir ao naturismo. E servirá sempre de boa desculpa para não consumir aquela marca. Ora vejam esta foto do catálogo em que aparece um fulano em pelota!*


*Ao que parece, foi um lapso da marca.

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Pedro Osório 1939-2012

Morreu o maestro que viajou pela música
Parabéns à mana Carlota!


Assim mesmo, à portuguesa.


Amo-te muito.


Foste a minha primeira menina.


E já não és pequenina...

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Melhores amigas ou amigas de toda uma vida é para mim difícil de entender. Não nego a sua existência, mas fico sempre de pé atrás. Pode acontecer com as outras, mas a verdade é que comigo, não aconteceu. Olhando para estes 29 aninhos de vida posso pensar em 5 melhores amigas, em cinco diferentes momentos da minha vida, dos 7 aos 22/23 anos. Depois disso, deixei de acreditar nessas amizades-mais-que-tudo. As melhores amigas de outrora lixaram-me sempre em algum momento. Estavam muito mais centradas nelas ou em mim que na nossa amizade. E penso que esse foi o erro crasso. E eu avisava. As minhas melhores amigas, por isto ou por aquilo, acabaram sempre por me desejar algum tipo malzinho e contribuiram para tal. Uma e outra: ou porque eu tinha melhores notas que elas, ou porque não deixava de estudar para as acompanhar numa perseguição ao engate que tinham tido na outra noite, ou porque aquele rapaz com quem queriam curtir tinha uma paixoneta por mim (mesmo sem nada ter acontecido), ou porque namorisquei o melhor amigo do namorado de uma e teve ciúmes de esse não se tornar no seu melhor amigo (ou algo mais) também, sei lá, ou ainda porque pura e simplesmente não partilhava tudo, absolutamente tudo, da minha vida privada. Houve até quem chegasse a ter inveja da minha mãe, quem a quisesse para sua mãe. Eu bem sei que tenho a melhor mãe do mundo, mas é minha e ela sempre foi boa tia para os sobrinhos/as que foi adoptando. Enfim, por uma e outra parvoíce, uma e outra melhor amiga foi otária e deitou a perder a minha amizade, que sempre foi verdadeira e bem intencionada. Mesmo. Agora não me relaciono com nenhuma delas. Nenhuma. Não sei que lhes aconteceu. Nem à V, nem à V e à C, nem à J, nem à A. Nada. Algumas, as mais recentes, posso imaginar. Mas apenas isso. Não sei nada, mas desejo sinceramente toda a sorte do mundo a cada uma delas, que sejam felizes e que consigam manter amizades verdadeiras e desinteressadas com quem as aguentar. Caso contrário, é lamentável. Para vocês, tudo de bom, minhas queridas.
Já com os rapazes a história foi outra. Os rapazes de sempre continuam amigos para sempre. Casei, tenho uma filha e a relação muda obrigatoriamente (e isso dá assunto para outro post). Com alguns amigos falo, mas não vejo há tempos. Outros são amigos comuns e vou vendo. Outros nem falo há imenso tempo, mas sei que se falar será como se não o fizessemos desde ontem, apenas. São amigos. Estão lá e lá continuam, alguns há 19 anos, outro há 9, outro há 7, outros há 6. São uns queridos, e de um qualquer modo, serão sempre um pouco meus. Sempre. Bem sei.
E depois há uma amiga diferente, que não é a melhor amiga porque eu não acredito no estereotipo, mas que na verdade está cá nesta minha vidinha há 16 anos. A amiga R, que tem cá estado frequentemente, com quem já vivi algumas coisas engraçadas e atípicas. Com quem nunca chorei, mas já ri muito. E já a vi chorar. Já abracei e já ralhei. Já ouvi e já me fiz ouvir. Com quem já dancei, cantei e representei. Com quem já vendi e já comprei. Com quem já fui intelectual e radical. Com quem já soprei muitas velas. E hoje é a vez dela. Parabéns, minha querida amiga!

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Homens... atrasados!




Não é que o meu homem anda atrasado e só veio aqui espreitar os recaditos ao Pai Natal este ano?! Onde é que ele anda? Pronto, eu sei que anda a trabalhar. E sei que trabalha muito. E quando não trabalha há que descansar. Mas também lhe faz bem distrair-se e vir aqui pôr a vista em cima só lhe fazia bem, a ele e a mim. Não obstante, não posso reclamar, que o maridinho portou-se muitíssimo bem neste Natal e o embrulho que me trouxe era lindo, e o conteúdo mais. E estou contentinha.


Mas não é que hoje me veio com a conversa de ter ido espreitar os ténis pedidos à LV e com a novidade (imaginava ele) que não existem em Portugal? Tão querido. Depois disse que ficou de olho no meu presente de aniversário. E isso parece-me bem.


Mas tudo isto para declarar oficialmente que tenho se não o, um dos melhores homens do mundo, com os melhores defeitos do mundo, e com as melhores virtudes do mundo. E que esse, o meu marido, é exemplar único e é meu. A vocês, paciência.


E à falta dos teninhos LV para a menina-mais-crescida (porque agora há a Vitó), trouxe uns Reezig, que muito também me encantaram. A menina gostou. E amanhã já os põe a treinar. Promete.