Hoje aqueles que nasceram a 29 podem festejar o seu aniversário descansadinhos. Sem dilemas de quando o fazer sem contradizerem o universo. E os meninos que celebram 4 aninhos, fazem-no pela primeira vez. Parabéns!
Quanto a mim e à Carlotinha, temos caldeirada na casa dos sogros/avós. É que o sogro/avô pré-reformou-se e agora quer é festarolas e então toca de reunir os amigos.
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quarta-feira, fevereiro 29, 2012
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segunda-feira, fevereiro 27, 2012
sábado, fevereiro 25, 2012
Nas relações, quando avançar?
Dois casais. Sensivelmente com as mesmas idades. Ambos de Lisboa. Gente licenciada e modernaça. Um que namora há 8 anos. Outro há 2 e a poucos meses do casamento. O outro parece que já esteve mais perto disso. E a questão é mesmo essa: quando avançar numa relação?
Oito anos é muito tempo. Eram adolescentes apaixonados. Sem grandes responsabilidades a cargo. Estudantes. E a vida era essa mesmo assim, aulas, amigos, festas e namoro. Sem pensar muito num futuro longe, vivia-se o momento. Ou, no máximo, a semana seguinte. E assim é muito mais divertido. Mas criam-se vícios que podem ser difíceis de superar e que podem condenar a mais do mesmo, complicando o passo seguinte. E agora um vive como sempre. E para o outro já não é suficiente. E a tolerância é menor e as implicações maiores e mais frequentes.
Os outros. Tudo maravilhoso ainda. Paixão acesa fervilhante que os faz pensar querer viver assim para sempre. Outra idade. Trabalham. São jovens mas já não tanto para tanta maluquice. Os 30 dizem que marca a hora. E a vontade também. E isto ao fim dos primeiros meses. Mas pensaram esperar mais um ano. Que foi este que passou agora. E agora afinal já não são tão maravilhosos assim. São bons, que são, mas afinal não são perfeitos. E descobrem aqueles defeitozinhos, ou feitiozinhos que nos complicam um pouco, e afinal não são perfeitos. E isso irrita e questionam o conhecimento do outro e a perfeição do enlace. E tanto as respostas como a falta delas irrita. E a pressão do casamento que está a ser preparado e está iminente também irrita. E a tolerância é menor e as implicações maiores e mais frequentes.
E se num caso se questiona se ainda valerá a pena o passo de confiança e fé de uma aliança, no outro a questão é se não será precipitado. Porque num caso já se viu de mais, a luz é forte e o conhecimento profundo assusta. E no outro o conhecimento é incerto e a penumbra também assusta.
Tenho para mim, sempre tive, que o medo é para os mariquinhas, e se o pecado não está em sê-lo, já está em manifestá-lo. Pois que então, os sustos, os medos, há que quase ignorá-los e escondermo-los até de nós mesmos. É que não podemos permitir que nos impeçam de avançar. Para qualquer que seja o caminho ou lugar.
Oito anos é muito tempo. Eram adolescentes apaixonados. Sem grandes responsabilidades a cargo. Estudantes. E a vida era essa mesmo assim, aulas, amigos, festas e namoro. Sem pensar muito num futuro longe, vivia-se o momento. Ou, no máximo, a semana seguinte. E assim é muito mais divertido. Mas criam-se vícios que podem ser difíceis de superar e que podem condenar a mais do mesmo, complicando o passo seguinte. E agora um vive como sempre. E para o outro já não é suficiente. E a tolerância é menor e as implicações maiores e mais frequentes.
Os outros. Tudo maravilhoso ainda. Paixão acesa fervilhante que os faz pensar querer viver assim para sempre. Outra idade. Trabalham. São jovens mas já não tanto para tanta maluquice. Os 30 dizem que marca a hora. E a vontade também. E isto ao fim dos primeiros meses. Mas pensaram esperar mais um ano. Que foi este que passou agora. E agora afinal já não são tão maravilhosos assim. São bons, que são, mas afinal não são perfeitos. E descobrem aqueles defeitozinhos, ou feitiozinhos que nos complicam um pouco, e afinal não são perfeitos. E isso irrita e questionam o conhecimento do outro e a perfeição do enlace. E tanto as respostas como a falta delas irrita. E a pressão do casamento que está a ser preparado e está iminente também irrita. E a tolerância é menor e as implicações maiores e mais frequentes.
E se num caso se questiona se ainda valerá a pena o passo de confiança e fé de uma aliança, no outro a questão é se não será precipitado. Porque num caso já se viu de mais, a luz é forte e o conhecimento profundo assusta. E no outro o conhecimento é incerto e a penumbra também assusta.
Tenho para mim, sempre tive, que o medo é para os mariquinhas, e se o pecado não está em sê-lo, já está em manifestá-lo. Pois que então, os sustos, os medos, há que quase ignorá-los e escondermo-los até de nós mesmos. É que não podemos permitir que nos impeçam de avançar. Para qualquer que seja o caminho ou lugar.
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