Este fim-de-semana perguntei ao afilhado Martim se já havia escrito ao Pai Natal. Na dependência dos seus 4 anos, e sem a contribuição do pai, estava atrasado.
Pois bem, papel e caneta na mão e prometi-lhe escrever tudo o que me dissesse. Poderia começar a ditar. Seria apenas instrumento material para o contacto que se revela urgente.
Então...
«Meu querido Pai Natal,
Quero um jogo do Bakugan para a psp, porque quando empresto a psp ao Afonsinho ele quer sempre esse jogo e depois não posso jogar (sim, porque este meu afilhado é um generoso e, então, tem 2 psp: para a eventualidade de algum amigo lhe pedir emprestado, tem outra para poder jogar!).
E podem ser também alguns Gormitis.
Martim»
Assim. Só assim. Nada de gracha. Nada de chantagem. Nem tão pouco de promessas para 2011 melhor. Nada de grandes cumprimentos ou despedidas. Apenas assim. Curto e grosso! Sem rodeios. Tão essencial como ele sabe ser.
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segunda-feira, dezembro 13, 2010
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