Não sei se é da crise ou do tempo (também ele em crise), mas o meu carro anda mal-disposto, assim tipo o Gru. Após ter começado a reclamar ao final da tarde de 6.ª-feira, ontem, a caminho do laboratório, gritava que só ele. Temi que ao público vizinho lhe passasse pela ideia que eu, condutora exímia, lhe estava a tentar matar! Mas à séria mesmo, o.s, como autora de homicídio com especial perversidade e censurabilidade! Assim como um caso típico do art. 132.º, do CP.
Posto isto, apontei recto a casa. Pelo caminho fui deixando espectadores boquiabertos e de olhar preocupado, tal o rugido do animal. Só saí à boleia (piqueno passeiozinho pelo shopping com tia e prima-também-ela-barriguda. A Carlota ainda ganhou da prima um pente e uma escova, e da tia um conjunto interior com gorro).
Hoje o marido trabalha. Pelo que, receosa que o bicho se enfade comigo e entre em coma a meio caminho, estou por casa, completamente impedida de ser mais uma a deambular pelos shoppings lisboetas. Contrariando essa tendência, estou por casa. No sofá, enroscada no nosso cobertor. A ver um típico filme de tarde domingueira e ouvir a chuva cair. Ansiosa pela chegada do marido para tudo isto saber melhor.
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domingo, dezembro 05, 2010
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