É o que se espera, que a cada final de ano, mais dia menos dia, se faça aquele balanço. As promessas pessoais cumpridas, as por cumprir. Objectivos alcançados, outros esquecidos e outros frustrados. Surpresas daquelas boas que nos deixaram mesmo felizes, acontecimentos inesperados que quase nos deitaram abaixo. Alegrias, tristezas e dor. Gente nova, ganha. Gente que partiu. É o que me espera, esse balanço de final de ano.
E a verdade é que, à parte a crise, a austeridade e o drama económico-social por cá instalado, 2011 foi um ano muito mais bom que mau. Teve os seus dramas. Passaram-se aqui ao lado histórias que me abalaram um pouco. Mas, bem vistas as coisas, foi melhor que os últimos anos. E, por isso mesmo, só tenho a agradecer a Deus e a ficar contentinha.
No início de 2011 procedemos a aquisições que mudaram o quotidiano cá de casa. E digo-vos se o novo aspirador-aeroespacial teve o seu contributo, a máquina de secar roupa foi determinante. Com uma menina dessas, toda a nossa vida muda.
Disse adeus ao meu popicho que me acompanhou por quase 10 anos, e lamentei. Não obstante, vividos cerca de 10 meses, a nova carrinha facilitou muito a nossa vida.
Dias depois nasceu a Vitó, e isso sim foi a mudança pessoal mais radical de sempre. Fui abençoada com a menina mais linda, saudável, esperta e inteligente que poderia desejar.
Em Agosto, fomos finalmente de férias. Os três. E foi saboroso.
Este Natal celebrámos um dos dias em nossa casa. Começámos uma tradição no primeiro ano da Carlotinha e criamos recordações.
Mais a mais, foi um ano em que cá por casa fomos saudáveis e isso é bom demais. O sogro teve um contratempo agora para o final do ano, mas espero que não se repita, para que possa aturar e divertir-se muito com as netas.
Depois ainda crianças nasceram ao longo de todo o ano. É uma alegria.
Confuso, confuso, foi o ano do pai, que se separou e casou quase de seguida. Eu, e mais as manas, abanámos durante um tempo. E elas ainda não estão bem. Mas espero que sejamos todos felizes.
O momento mesmo triste foi quando um anjo bateu as asas brancas e por nós passou.
Mais, ainda se resolveram alguns detalhes técnicos aqui de casa e os restantes esperamos resolver brevemente.
E então é isso. Para 2012 espero um pouco mais, que ficarei bastante contente. Saúde, alimento, amor. Que a crise não nos atinja à descarada e que consigamos mimar-nos um pouquinho. Que façamos uma festança no primeiro aniversário da Vitó. Que celebre os meus 30 aninhos, ai 30! Que façamos uma viagenzinha os dois, para namoro à séria. Que passemos uns diazinhos os 3 em qualquer lado, mesmo por cá, que saberá mesmo bem. Que demos mais um passinho para a casinha em que pretendemos tornar esta. Que no final do ano possamos registar mais nascimentos e, se possível, nenhuma perda. Saúde para todos, e aninhos de vida, mesmo para os séniores, que são fofinhos e os queremos por cá. E é mais ou menos isso. Ah, queremos babys, mas dispenso mais irmãos, certo Papi?
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sábado, dezembro 31, 2011
sexta-feira, dezembro 30, 2011
O marido dizia-se uma pessoa simples, com gostos simples e depreciava excentricidades. Dizia que não gostava de excessos, ou de coisas diferentes, menos ainda que dessem nas vistas. Dizia ele.
Hoje já não diz nada. É que não o creio nada assim. Não é folclórico. Mas é homem de algumas excentricidades e de hábitos particulares. Encontra-se muito longe de todos os seus amigos, dos nossos amigos. E eu acho imensa piada.
Hoje há jantar de Natal atrasado, dado um contratempo. Mas antes havia que ir a Lisboa resolver coisinhas pendentes. Pelo meio ficava o corte de cabelo do marido, pois que já deve ter crescido 0,5cm e não é o que ele pretende. É assim o meu homem. Então, foi viajar rumo ao Jean-Louis David do Vasco da Gama, para o Luís lhe cortar o pêlo. Mas tudo isto porque gostou que lhe aparasse a barba à mesmíssima medida que o cabelo. O Luís, que é mudo mas sabe comunicar e entendê-lo como nenhum outro, passou na tarefa com distinção e este tornou-se mais um dos seus hábitos particulares. E assim deixou de haver pelinhos ou lâminhas esquecidos pelo lavatório. Eu agradeço. E até as máquinas de barbear parecem hibernar no armário.
E também por isso, hoje, tudo o resto será um pouco mais tarde.
Hoje já não diz nada. É que não o creio nada assim. Não é folclórico. Mas é homem de algumas excentricidades e de hábitos particulares. Encontra-se muito longe de todos os seus amigos, dos nossos amigos. E eu acho imensa piada.
Hoje há jantar de Natal atrasado, dado um contratempo. Mas antes havia que ir a Lisboa resolver coisinhas pendentes. Pelo meio ficava o corte de cabelo do marido, pois que já deve ter crescido 0,5cm e não é o que ele pretende. É assim o meu homem. Então, foi viajar rumo ao Jean-Louis David do Vasco da Gama, para o Luís lhe cortar o pêlo. Mas tudo isto porque gostou que lhe aparasse a barba à mesmíssima medida que o cabelo. O Luís, que é mudo mas sabe comunicar e entendê-lo como nenhum outro, passou na tarefa com distinção e este tornou-se mais um dos seus hábitos particulares. E assim deixou de haver pelinhos ou lâminhas esquecidos pelo lavatório. Eu agradeço. E até as máquinas de barbear parecem hibernar no armário.
E também por isso, hoje, tudo o resto será um pouco mais tarde.
quarta-feira, dezembro 28, 2011
Adivinha-se ano novo
e digo-vos que as últimas despedidas de ano não foram entusiasmantes. Não me diverti à grande. Não foi rambóia à séria. Não bati com tachos e panelas nem dancei a noite toda. Não vi sequer grande fogo de artifício. Não foram noites inesquecíveis.
E este ano também não terá de ser. Mas a verdade é que saberia bem. Será sempre inesquecível: mais não seja é o primeiro fim-de-ano da Vitó. Mas a verdade é que dispensava a sua companhia física por um fim-de-ano em NY, ou no Rio. E depois deliciava-me com as fotos dela e um mã-inn enorme pelo telefone ao bater da meia-noite. Mas não me parece que vá acontecer.
Aqui há dias ainda se falou em irmos numa escapadinha até Porto Santo. Não conheço e o tio Alberto João não se vai poupar nos gastos, o que seria sempre bom para fugir ao espírito dos reveillons poupadinhos que por cá abundam. Mas também essa viagem já caiu por terra.
Falou-se num regresso ao Grande Real Santa Eulália, e aí já poderia dançar toda a noite numa exploração missionária pelo Le Club. Mas nem isso.
O marido telefonou há pouco anunciando boas notícias: os sogros estarão sozinhos por casa e porque não virem até ao nosso doce lar?! Rendi-me. Não pude negar.
Mais, os amigos T e CM que também foram abençoados com o pequeno Simão (20 dias depois da Vitó nos surpreender), perguntam por programas e aí já seriam mais 4, eles e a crescida M.
Os de sempre BS e M, que já nos acompanhavam nos planos anteriores, também para cá virão.
E assim não nos privaremos do beijo das 12 badaladas à pequena Vitó, nem deixarei de ter a melhor mãe-do-mundo por perto.
E então, será mais um adeus ao ano corrente cá por casa. Mais um porta-te bem 2012 no nosso cantinho. Será mais uma noite sem grande rambóia, nem dance party forever, nem lantejoulas ou penachos, nem foguetes a explodir no céu daqui de cima. Mas espera-se uma noite de amigos (alguns) e família (não toda), com sorrisos e amor. E mariscada à séria. Doces da mamã. Karaoke profissional do CM. Batalhas de snooker pelo meio. A sogra a ver a Casa dos Segredos e a falar-me de quem não sei. Beijinhos da mamã. Sorriso do marido. Cheirinho da Vitó. Enfim, uma noite de delícias daquelas que não são de fim-de-ano, mas que sabemos presentes todo o ano. E dessas, queremos mais para 2012.
E este ano também não terá de ser. Mas a verdade é que saberia bem. Será sempre inesquecível: mais não seja é o primeiro fim-de-ano da Vitó. Mas a verdade é que dispensava a sua companhia física por um fim-de-ano em NY, ou no Rio. E depois deliciava-me com as fotos dela e um mã-inn enorme pelo telefone ao bater da meia-noite. Mas não me parece que vá acontecer.
Aqui há dias ainda se falou em irmos numa escapadinha até Porto Santo. Não conheço e o tio Alberto João não se vai poupar nos gastos, o que seria sempre bom para fugir ao espírito dos reveillons poupadinhos que por cá abundam. Mas também essa viagem já caiu por terra.
Falou-se num regresso ao Grande Real Santa Eulália, e aí já poderia dançar toda a noite numa exploração missionária pelo Le Club. Mas nem isso.
O marido telefonou há pouco anunciando boas notícias: os sogros estarão sozinhos por casa e porque não virem até ao nosso doce lar?! Rendi-me. Não pude negar.
Mais, os amigos T e CM que também foram abençoados com o pequeno Simão (20 dias depois da Vitó nos surpreender), perguntam por programas e aí já seriam mais 4, eles e a crescida M.
Os de sempre BS e M, que já nos acompanhavam nos planos anteriores, também para cá virão.
E assim não nos privaremos do beijo das 12 badaladas à pequena Vitó, nem deixarei de ter a melhor mãe-do-mundo por perto.
E então, será mais um adeus ao ano corrente cá por casa. Mais um porta-te bem 2012 no nosso cantinho. Será mais uma noite sem grande rambóia, nem dance party forever, nem lantejoulas ou penachos, nem foguetes a explodir no céu daqui de cima. Mas espera-se uma noite de amigos (alguns) e família (não toda), com sorrisos e amor. E mariscada à séria. Doces da mamã. Karaoke profissional do CM. Batalhas de snooker pelo meio. A sogra a ver a Casa dos Segredos e a falar-me de quem não sei. Beijinhos da mamã. Sorriso do marido. Cheirinho da Vitó. Enfim, uma noite de delícias daquelas que não são de fim-de-ano, mas que sabemos presentes todo o ano. E dessas, queremos mais para 2012.
terça-feira, dezembro 27, 2011
segunda-feira, dezembro 26, 2011
Meu Querido Pai Natal #6
tenho a dizer-te que, considerando a tua prestação nos anos transactos, até te portaste bem. Acertaste em dois presentes e meio e isso já não é mau de todo. E depois alguns dos presentinhos não pedidos foram mesmo bem recebidos. De há muitos anos para cá não acontecia a proeza de nem um dos presentinhos me deixar um pouquinho desiludida, de nariz torcido e a pensar imediatamente em trocá-lo ou oferecer à primeira pessoa com que me chocasse na rua, principalmente se me parecesse não ter tido um Natal muito recheado. Só assim para tentar alegrar o seu Natal. Mas este ano não. Quero tudo e tudo o que recebi. Só presentinhos bons e alguns maravilhosos que amei, como o do marido, da filha ou da mãe, ou o postalinho da Fi.
Obrigado a ti e aos que te incumbiram da entrega.
Tostadeira Ariete. Presentinho da sogra.
Caneca Vista Alegre comemorativa do Centenário da República. Presentinho da mãe. Amei.
No Oceano, aventura Popo-Up. Presente da Amiga Secreta. É o que faz ter-me calhado uma amiga de 5 anos.

Obrigado a ti e aos que te incumbiram da entrega.
Tostadeira Ariete. Presentinho da sogra.
Caneca Vista Alegre comemorativa do Centenário da República. Presentinho da mãe. Amei.
No Oceano, aventura Popo-Up. Presente da Amiga Secreta. É o que faz ter-me calhado uma amiga de 5 anos. 
Trabalho de Natal em cartolina microcanelada. Presente da Fi, que o fez no Jardim de Infância. Amei.
sexta-feira, dezembro 23, 2011
Feliz Natal minha gente!
Amizade, amor, quentinho, fartura à mesa, presentinhos,... muitas luzes, música e sorrisos. Natal feliz para todos os que por aqui passam.
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