A família da mãe apostou no joguinho do "amigo secreto", e assim será. Receberei apenas um, mas também só terei de comprar um. E esse já está despachado.
Depois tenho a mãe e o marido. São especiais e merecem atenção especial. Também já estão.
A família do marido não conheceu ainda a Troika e todos terão direito a presente (sogro, sogra, cunhado e cunhada) e deles devo receber dois, um da sogra e outro dos cunhados. O sogro oferece ao filho incorporando-me no mesmo presente. Pois que nos faltam comprar todos. Os quatro presentes para os quatro lá de casa. E há a avó do marido, essa já tem meio presente despachado. Falta outra parte.
E depois há as crianças da nossa vida. As crianças, porque são crianças, vão receber presentinhos. Com o orçamento reduzido a 2/3 do valor gasto outrora, mas todas receberão o seu presentinho. Porque nos lembramos delas e porque queremos ver sorrisos rasgados nesses rostos pequeninos. Mas as crianças têm vindo a aumentar, em idade e em número. E este ano já são 12:
- a mana E
- a sobrinha M
- a sobrinha A
- o sobrinho B
- a prima F
- o primo D
- o primo e afilhado R
- o primo S
- o afilhado M
- o afilhado A
- a afilhada do marido L
- o irmão da L, D
12! 12 miúdos. Mais 3 que o ano passado. Mais 3 sorrisos à nossa espera. E com as compras de hoje ficaram a faltar 2.
E por fim há a Vitó. A nossa princesa. Bonequinha mais linda e que nos incha de vaidade a cada dia. E para ela imensa coisa parece gira e nada parece à altura. Entretando já tem dois presentinhos debaixo da árvore.
Não está mal. Se nos últimos 3 anos passámos a tarde de dia 24 no El Corte Inglés nas compras e distribuímos os presentes da pequenada dia 25 ou depois, este ano está bem melhor. Ou, pelo menos, não está mal.
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