Desta feita foi numa casa dessa bela cadeia de supermercados Lidl que tem o melhor papel higiénico do mundo. Mas hoje não se fala disso. Nem de nada. Fala-se do que por lá se ouviu.
Dizia a piquena da caixa, em conversa com a cliente da frente, que não queria viver mais 100 anos (pois também seria escusado, dificilmente lá chegaria!). Mas a maior pérola viria a seguir. Quando morrer, daqui a menos de 100 anos, não quer ser enterrada. Quer ser cremada. (Até aqui nada de novo). Fundamento: depois de morta ninguém a come. Dizia a moça (bem alto, ao ponto de toda a fila de clientes a escutar): em viva que me comam muito e de todas as maneiras. Mas depois de morta? Aí já ninguém me come. Aproveitem agora que estou viva, porque depois não há nada para ninguém.
Está bem! Ela lá sabe...
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