sábado, dezembro 10, 2011

A fé move montanhas

Mas para isso há que a ter. E parece que ele tem. Pois que tenho vindo a verificar que, desde que o Natal se manifesta cá por casa, o marido faz questão em se descalçar e arrumar bem direitinho o seu calçado-do-dia debaixo da árvore, não vá o Pai Natal chatear-se. São as botas Timberland, os mocasins Sebago, os ténis Prada, e até as humildes Havaianas. Já vi de tudo por ali.
Ainda faltam 15 dias e isto já dura há 7. E a atentar ao tamanho dos exemplares (um piquêno 46, coisinha pouca) a fé do meu homem é grande.
E eu juro, juro que adoraria presenteá-lo proporcionalmente a tal fé. Qualquer coisinha como um 911 Turbo, o Rolex que ele tanto namora (ou o Omega ouro vermelho que eu prefiro), ou uma bolsa LV para o Macbook Pro serviria, bem sei. E juro que, podendo, teria o maior prazer em fazê-lo sorrir assim. Mas a fé dele é maior que a minha. Bem maior. Tal como o pé.

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